quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Google anuncia fim do Wave, serviço que prometia 'matar' o e-mail

Quem diria, até a Google erra também... é isso pessoal.

 

Sistema colaborativo em tempo real deve sair do ar até o final do ano.
Google diz que deve usar tecnologia estudada no Wave em outros serviços.

 

O Google anunciou oficialmente nesta quarta-feira (4) o fim do desenvolvimento da plataforma de comunicação Google Wave. O sistema, anunciado há um ano como o serviço que iria substituir o e-mail no futuro, deve sair do ar até o final do ano, de acordo com uma nota publicada no blog oficial da empresa.
Comente esta notícia

Na mensagem, o Google diz ter colhido "vitórias" com o projeto, principalmente por conta da ajuda de desenvolvedores independentes. "Mas apesar destas vitórias, e muitos fãs leais, o Wave não viu a aprovação do usuário que teria gostado. Nós não pretendemos continuar a desenvolver o Wave como um produto autônomo, mas vamos manter o site pelo menos até o final do ano e estender a tecnologia para uso em projetos do Google."
Uma das principais críticas dos usuários era a dificuldade de uso e os constantes bugs que impediam que, muitas vezes, os "waves", como se chamavam os tópicos de discussão no serviço, fossem atualizados simultaneamente para todos os participantes. Alguns navegadores "engasgavam" na hora de carregar o site, principalmente nos primeiros meses de uso. Os conceitos de "waves" públicas e privadas também eram de difícil compreensão.
google wave
Incluir "widgets", serviços que permitiam a inserção de fotos, mapas ou outros pequenos programas na conversa, também era uma tarefa pouco intuitiva. No final, o Google Wave jamais chegou a ameaçar o e-mail, perdendo também a oportunidade de capitalizar na onda de crescimento de outras redes sociais como Twitter e Facebook.
"A parte central do código, bem como os protocolos que têm impulsionado muitas das das inovações do Wave, já estão disponíveis em código aberto, para que os clientes e parceiros possam continuar a inovação começamos", diz o comunidado do Google. A empresa se comprometeu também a criar ferramentas para facilitar a transferência do conteúdo armazenado no Wave para outras plataformas.
Projeto de irmãos
O Wave foi anunciado oficialmente em maio de 2009, como um serviço que iria combinar elementos de e-mail, mensagens instantâneas, enciclopédias colaborativas e compartilhamento de fotos. O objetivo, segundo a empresa, seria mudar a forma pela qual as pessoas colaboram em projetos ou discutem assuntos específicos.
Lars Rasmussen, gerente de engenharia do Google, e seu irmão, Jens, ajudaram a construir o serviço de mapas do Google, que se multiplicou para uma variedade de aplicações desde seu lançamento em 2005. Depois, partiram para o desenvolvimento do Wave.
"Nós começamos dizendo para nós mesmos: 'como seria o e-mail se ele fosse inventado hoje?'", afirmou Lars, que contou com a ajuda do irmão e de mais três funcionários do Google no projeto.
O Wave oferece ferramentas para destacar determinados trechos das conversas. Em mensagens instantâneas, um usuário pode ver o que os outros estão escrevendo enquanto digitam. , chamados de "widgets", também podem ser incorporados ao serviço.

 

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ss 10 maiores erros de comunicação que a área de TI comete

O excesso de jargões e uma linguagem técnica arruinam as chances de sucesso dos gestores de tecnologia da informação.

Há alguns anos, os CIOs têm lutado contra um estereótipo de alguém que tem problemas de comunicação e não está preparado para falar a linguagem dos negócios ou vender ideias para qualquer pessoa fora de TI. Muitos executivos, no entanto, conseguiram reverter essa situação com um discurso convincente e que conquista os demais profissionais.
A habilidade dos CIOs para negociar tem ajudado a engajar os principais executivos da organização. Mas, ainda, ocasionalmente, esses gestores de TI cometem erros básicos, como usar uma ‘sopa de letrinhas’ e exagerar nas promessas de resultados.
Vale destacar que os erros de comunicação podem impedir que os CIOs realizem seu trabalho de forma efetiva e ganhem o respeito dos demais executivos. Craig Blad, ex-CIO e vice-presidente da North Star Financial - empresa de assessoria financeira - e que está atualmente em busca de um novo emprego, considera que a pobreza de vocabulário ou o excesso de jargões da TI estimulam desentendimentos e criam barreiras para a aprovação dos projetos.
Em alguns casos,  a comunicação não adequada pode trazer sérios danos para a reputação e a carreira do CIO. “Quando o profissional usa jargões ou uma linguagem muito própria da TI, demonstra que não é capaz”, alerta o consultor em TI e ex-CIO e CTO Peter Kretzman.
Acompanhe os dez principais erros de comunicação cometidos pelos gestores de TI e que precisam ser evitados a qualquer custo na CIO

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Certificações: avaliar demanda do mercado ajuda na escolha

A certificação correta, na hora certa, pode definir a escolha do candidato. A pergunta que muitos profissionais costumam fazer, no entanto, é: em qual especialização investir? Outra dúvida que aflige com frequência muitos candidatos é em relação ao tipo de especialista o mercado busca.
Por conta do dinamismo que rege o segmento de TI, é quase impossível eleger "certificações clássicas", aquelas que valeriam em qualquer época da carreira. Ano após ano, a tecnologia evolui em suas diversas plataformas, alterando as demandas do mercado. Além disso, as necessidades tecnológicas variam ao sabor das políticas de marketing das empresas líderes e das decisões dos CIOs das corporações.
No entanto, devido à grande base instalada da plataforma Windows, há uma procura constante por profissionais especializados nessa área. "Quando falamos na base Microsoft, sem dúvidas, a certificação MCITP em Windows Server 2008 está em alta", avalia Fabiano Santana, co-autor de 25 e-books sobre produtos Microsoft. "Concorrer a uma vaga para especialista de Windows sem certificação é perda de tempo", avisa.
Santana, ao passar mais uma orientação, lembra que, apesar da certificação MCITP ter aposentado a MCSE, ainda existe considerável procura por profissionais certificados nesse conhecimento. Neste caso, a demanda está direcionada para a base Windows Server 2003.
"As certificações dependem da opção profissional do indivíduo", explica Zilta Marinho, diretora de educação da Módulo Education. De acordo com Zilta, Cobit, Itil, MCSO (Módulo Certified Security Officer), CISSP, e, agora, GRCP (GRC Governance, Risk end Compliance Professional) têm sido muito procuradas por gestores e técnicos. Ainda continuam forte as relacionadas à Cisco além da MCRM (Módulo Certified Risk Manager).
Independente da sigla, é preciso estar atento, no entanto, às oportunidades "escondidas". Há excelentes vagas, por exemplo, para especialistas em mainframe. Só no site da Catho, conforme verificado durante o fechamento desta segunda reportagem do especial em certificações, havia 72 oportunidades. Embora pareça coisa do passado, na prática, esse conhecimento pode se traduzir também em um excelente salário. Ninguém vive sem os legados e há uma demanda não suprida por bons profissionais deste segmento. Por isso avaliar o que os recrutadores estão buscando no mercado de trabalho pode ser um bom caminho para definir qual especialização cursar.
"As pessoas não devem procurar o que está na moda, mas sim o que é necessário e coerente com a opção profissional que fizeram ou desejam fazer", pontua Zilta. "É necessário traçar um caminho, mesmo que ele possa mudar com o tempo."
Os profissionais, sobretudo os que estão em início de carreira ou possuem pouco tempo na estrada, precisam entender que, para concorrer em áreas mais disputadas, é obrigatório apresentar algum diferencial. Além das certificações, MBA é um item que costuma impressionar os recrutadores. O segundo idioma, no caso o inglês, é praticamente obrigatório e o espanhol é bastante apreciado por conta da relação com América Latina. Diante disso, não há fórmulas mágicas para quem quer crescer em TI. A solução é estudar e buscar mais especialização.
Dicas de valor
Veja alguns conselhos úteis para quem quer direcionar a carreira e obter uma boa colocação no mercado
ERP - Menos concorridas que o ambiente Windows, a área de gestão empresarial oferece salários bons. No entanto, essas vagas são escassas. Há poucos profissionais realmente habilitados. Uma certificação SAP pode ainda ser o diferencial. A desvantagem é que o investimento a ser feito é alto. O retorno pode vir a médio e longo prazo.
Segurança - Há uma demanda crescente por especialistas em segurança da informação. Há poucos profissionais realmente especializados em CISSP, por exemplo. Um conhecimento desse tipo no currículo pode reverter em contratação certa.
Windows - Com valor médio de R$ 80,00 por exame, as certificações em Windows são muito requisitadas pelo mercado. Existem dezenas de provas, cada uma focada em uma certificação, como, por exemplo MCSA, MCSE, MCTS, MCP e MCITP.
Gestão de serviços - Fique atento para oportunidades crescentes para certificações voltadas para gestão de serviços e suas melhores práticas, como COBIT, ITIL e MOF.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Hackers invadem Hotmail

Os usuários de internet principalmente aqueles que a usam apenas para o básico como e-mails, MSN e outras ferramentas, devem ter muito cuidado com mensagens com links maliciosos, pois os mesmos podem causar muitos transtornos, vejam a seguir:

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira que bloqueou o acesso a milhares de contas do Hotmail, cujas senhas caíram nas mãos de hackers e foram distribuídas na Internet.

"Fomos informados de que senhas de clientes do Windows Live Hotmail foram obtidas ilegalmente por meio de uma técnica de 'fishing' e acabaram expostas em um site da Internet", disse a Microsoft à AFP.

O 'fisihing', amplamente empregado pelos hackers, consiste em enganar os usuários para que forneçam informação ou baixem programas espiões em seus computadores.

"Tomamos medidas para bloquear o acesso a todas as contas expostas e colocamos à disposição recursos para ajudar os usuários a recuperar suas contas", destacou a Microsoft.

Fonte: Jornal O Povo - Tecnologia

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

NID ASSEMBLÉIA SEGMENTO ORGÃO EXECUTOR SER DESCRIÇÃO BAIRRO AP FASE DA EXECUÇÃO OBSERVAÇÕES TIPO

Evolução lenta e gradual permite que cada vez mais gestores de tecnologia trabalhem com o conceito como uma alternativa viável!!

Meados de 2008. Em uma lousa, os profissionais da Azul Linhas Aéreas desenhavam a tecnologia que ajudaria a companhia a decolar em dezembro daquele ano. Durante o período de definição da infraestrutura, duas opções vieram à pauta: montar um data center próprio para atender aos períodos normais e adotar computação em nuvem para suportar os picos ou superdimensionar o equipamento para os momentos de forte demanda (e consequente ociosidade em tempos amenos). "Vamos para cloud computing", pensou o gerente-geral de TI da empresa, Kleber Linhares, apontando a escolha como alternativa mais sensata para reduzir o investimento inicial e assegurar o processamento necessário.

Computação em nuvem já havia entrado no discurso dos fornecedores há um bom par de anos, mas, quando o executivo buscou serviços desta natureza encontrou ofertas, no mínimo, desestruturadas. "Tudo era muito iniciante", justifica o gerente, explicando que a ideia da equipe da Azul era colocar o front end de internet no conceito. Linhares não concretizou seus planos. "Não conseguimos achar um modelo comercial adequado ao tipo de demanda na qual eu pago apenas de acordo com o que preciso", revela o executivo, que teve a sensação que os fornecedores não utilizavam um processamento ocioso, mas montavam uma estrutura para entrega, o que elevava os custos.

A Azul esbarrou ainda em outro ponto crítico. "Não vi ninguém apresentar algo que tinha minimamente um padrão de segurança", comenta Linhares, dizendo que, quando somou este aspecto às incompatibilidades financeiras, decidiu esquecer, por um tempo, a ideia e montar sua própria infraestrutura de processamento com capacidade para um "pouquinho" além da normalidade para suportar os picos. Mas, vale ressaltar, a jovem companhia aérea roda um bom número de aplicações no modelo de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês) que, de certa forma, está inserido na onda de computação em nuvem. No entanto, pontua Linhares, uma coisa não tem muito a ver com a outra. "Sai um pouco da questão. Cloud cai mais num conceito de processamento universal", opina. Na Azul, estão na modalidade os sistemas de frame de aviação, de faturamento e de gestão de relacionamento com clientes (CRM), alguns rodando no servidor próprio, o que se configura, em alguns casos no conceito de nuvens privadas.

Esse ponto, de fato, explicita a falta de um conceito universal sobre o que é computação em nuvem. O Gartner a define como um estilo computacional no qual as capacidades de tecnologia podem ser massivamente escaláveis, consumidas no padrão "como serviço" e rodando sobre plataformas de internet. O discurso da IDC o classifica como um emergente modelo de desenvolvimento, estruturação e entrega, capaz de fornecer soluções de TI em tempo real, também pela internet. Por sua vez, fornecedores usam a palavra cloud dentro de um mix de conceitos tecnológicos tradicionais como arquitetura orientada a serviços (SOA), SaaS, virtualização de servidores, clusters, business process management (BPM), thin client, web 2.0 e compartilhamento de data centers - deixando o conceito ainda mais difícil de ser traduzido. Mas a propaganda vem dando certo. Prova disto está nos projetos que começam a aparecer.

Fonte: Site ITWEB

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Diretor da Coca-Cola cita três pontos-chave para obter sucesso nos projetos de BI

Apoio do negócio, gestão de mudança e técnica dão rumos do sucesso


Presente no ranking de prioridades dos CIOs para os próximos anos, o Gartner identifica um considerável volume de falhas nos projetos de implantação de aplicativos de business intelligence.

Justin Honaman, diretor da divisão Customer Business Solutions da Coca-Cola, esteve no Brasil a convite da Teradata e, em conversa com o IT Web, listou o que considera os três pontos-chave na estratégia de implantação de um BI.

Confira os fatores listados pelo executivo:

1. Liderança vinda do topo. Na visão de Honaman, se os líderes da organização não comprarem a ideia e suportarem as ações, as chances de falha são grandes. "Aqui falo de gente do negócio, não apenas de TI".

2. Gestão de mudança. Segundo o diretor, quando a Coca-Cola adequou seu BI, as primeiras reações não foram lá muito amigáveis por parte dos usuários. "As pessoas não gostavam da ferramenta, achavam que não estava adequada, alguns ficaram nervosos", lista o executivo, para completar: "mudanças são complicadas e há muita resistência em alguns níveis". Mas, Honaman conta que o processo de gestão permitiu que, a medida que novas pessoas e áreas inseriam-se no projeto, trabalhar e adequar esse processo de mudança garantiu o sucesso da estratégia.

3. Suporte técnico à solução. Talvez o único com maior vínculo ao departamento de TI, o trabalho do time para suportar tecnicamente a estratégia é fundamental.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Brasil quer ser referência em software livre em redes de colaboração

A expectativa é colocar à disposição da sociedade em uma comunidade os primeiros resultados do projeto, que incluem modelos de testes, avaliação de produtos e processos
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) quer transformar o Brasil em um centro internacional de referência em software livre, dentro de um ambiente de redes de colaboração. Para isso, é preciso avaliar fatores como a qualidade do produto e o processo de desenvolvimento, destacou nesta quinta-feira, 10, Jarbas Lopes Cardoso, coordenador de projetos de cooperação do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, do MCT.

A expectativa é colocar à disposição da sociedade, em outubro próximo, em uma comunidade que vai se chamar 5CQualiBR, os primeiros resultados do projeto, que incluem modelos de testes, avaliação de produtos e processos.
Ele explicou que dentro de um ambiente restrito de empresas já há coisas que são consolidadas internacionalmente. No Brasil, as questões nesse ambiente empresarial são resolvidas em um nível muito bom, disse Cardoso. As empresas têm seus próprios métodos de gestão, destacou.
“Mas, na hora em que você passa para um ambiente de colaboração, onde as pessoas estão distribuídas via rede e, na maioria das vezes, trabalhando de boa vontade, fica difícil administrar tudo isso com regras tradicionais de gestão de projetos. O CTI Renato Archer está preocupado com isso”, disse Cardoso.
Segundo ele, há indagações que ainda buscam respostas. Entre elas, ele mencionou como "qualificar uma contribuição vinda de uma rede de cooperação, como aquilo foi criado, como a gente pode confiar nas respostas e na rapidez dessas respostas”.
O CTI do MCT está estudando casos de sucesso, como o software público brasileiro, para poder replicar. O objetivo é fortalecer a indústria nesse novo ambiente de colaboração livre para gerar novos negócios e, consequentemente, riqueza social. No momento, o CTI está verificando o acesso à comunidade que será criada (5CQualiBR). “Como tem uma demanda potencial para isso, a gente não quer que a infraestrutura não dê conta do acesso”, explicou Cardoso.
Alguns testes preliminares estão sendo feitos com o objetivo de expandir o projeto, que está aberto à contribuição da indústria e da comunidade que participa e vive da tecnologia da informação, afirmou o coordenador do CTI Renato Archer. Cardoso participou hoje (10) do Encontro de Negócios em Software Livre, no Rio Info 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios, promovido pelo Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj).
Agência Brasil

Fonte: Jornal O Povo 17/09/2009